Tua mão agoniza
Com as asas quebradas.
Teus olhos tão longe,
Janelas fechadas.
Palavras de vento,
Signos de espumas,
Levaram o sentido
Que tinha teu nome.
Agora é diverso
O sabor dos teus olhos
Na boca vazia:
O gosto de sal
Dos mares amargos
Num grito de praias
Entre os lábios frios.
Agora é bem tarde
Sonhar o sonhado.
Deixa que o vento
Apague os teus rastros
Nas minhas areias.
sábado, 16 de junho de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário