O verde mais profundo deste pasto
Onde o gado se esconde
Cintila no ar sua pureza,
A pureza de um gesto de renúncia.
O vento desalinha os meus cabelos
E os altos capins se curvam em reverência
A meu estar, menino, entre os relâmpagos
Do sonho, transportado
Ao puríssimo azul da longe infância
No galope ligeiro do cavalo.
segunda-feira, 25 de junho de 2007
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