No vasto capinzal do verde pasto,
Os cavalos se escondem,
Confundidos
Com as sombras da tarde.
Parecem animais mitológicos,
Seres alados, centauros,
E cintilam no ar azul,
Suas crinas, como pássaros.
Olham de lado, inocentes,
Como os canários da infância,
Inclinando a cabeça
De perfil, contra o tempo.
E repentinos, relincham,
Garbosos como guerreiros
Às vésperas da batalha.
Depois, andam, lentamente,
Com requinte aristocrático,
Nobre animal, o cavalo.
segunda-feira, 25 de junho de 2007
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