O cavalo escoiceia a solidão do escuro,
Relincha a farejar a noite dos fascínios,
E preliba, saltando os lábios do abismo,
A risada solar do dia nascituro.
Vence léguas de espinhos, cercas vivas,
Onde as éguas se fazem pura espera
E penetra o vale úmido de chuvas
Onde se esconde a flor da primavera.
segunda-feira, 25 de junho de 2007
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