A flor que, leve, se inclina,
Não a vês, tocas, nem sentes,
Não a colhes do ramo pendente,
Nem, perdulário, a respiras.
Essa flor é a vida, efêmera,
Na urgência de ser entrega,
Pois é breve a primavera,
E não a vês, juventude cega.
segunda-feira, 25 de junho de 2007
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