O rosto oblongo
Nasce na memória
Como o sol floresce
Na aurora boreal.
Na pura lembrança
A salamandra volátil
Do riso escarlate
Acende sua chama.
A manhã emerge
À margem do tempo
E nas altas ramagens
Do plátano verde
Um pássaro livre
Espalha seu canto.
sábado, 23 de junho de 2007
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