À noite, à luz azul dos holofotes,
Distraídos rapazes batem à bola,
Que rola como astro em campo cósmico,
No piso de uma quadra de esportes.
Atacam pelo centro, em disparada,
Por dentro, oblíquos, em diagonal,
Enquanto, como potros, pelo flanco,
Investem à captura do Indefeso.
Então, a Vida inteira se comprime
No espaço do jogo, onde os planetas
Caminham por um ninho de galáxias.
E tudo é sonho e música fantástica.
Quando o jogo termina, a vida é triste
E a morte espreita nas encruzilhadas.
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário