Após o vôo o pássaro de fogo
Do céu reverso volta para o ninho
E atravessa, em busca de outros vinhos,
A fronteira da noite e da manhã.
No tufo dos juncais enegrecidos
Depois do alto vôo ele repousa
No coração de uma flor selvagem,
Enfim silente, enfim pacificado.
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário