Obsessão de quem revela o sonho,
Leve lance no ar, golpe de asa,
No azul da manhã eu me disponho
A vencer os umbrais da minha casa.
Agora de repente estou tristonho
Pois a luz da manhã meus olhos vaza
Lê a senha secreta do meu sonho
Arde à tarde e à noite faz-se em brasa.
Redescubro os pavões assassinados
E percebo depois no dia súplice
Meus pássaros no chão, despedaçados.
E o jovem se liberta das mazelas
Com seu gosto infantil, o sabor dúplice
De ser o porto e ser a caravela.
sábado, 25 de agosto de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário