Entre o azul turquesa
E a brancura temporã,
A luz de sol põe à mesa
Os fogos da manhã.
O maravilhoso alfanje
Do raio de luz fende
O azul: abre-se em bandas
A dourada maçã.
O favo de mel
Da luz violenta
Escorre no céu
E logo alimenta
De laivos vermelhos
(rápidos reflexos)
Os claros espelhos
Da manhã, convexos.
A luz se distende
Dissolve a cortina
De nuvens, rasga o véu
Das sombras: ilumina!
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
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