Carlos Roberto Santos Araujo
Arquivo do blog
►
2010
(19)
►
fevereiro
(8)
►
janeiro
(11)
▼
2007
(276)
►
novembro
(1)
►
setembro
(3)
▼
agosto
(121)
Coroa de Sonetos XV
Coroa de Sonetos XIV
Coroa de Sonetos XIII
Coroa de Sonetos XII
Coroa de Sonetos XI
Coroa de Sonetos X
Coroa de Sonetos IX
Coroa de Sonetos VIII
Coroa de Sonetos VII
Coroa de Sonetos VI
Coroa de Sonetos V
Coroa de Sonetos IV
Coroa de Sonetos III
Coroa de Sonetos II
Coroa de Sonetos I
Andei, atordoado,
Teu corpo, como flor
Aqui, neste rochedo
Cul de sac
Na remota manhã
Esta manhã
A lâmina do olhar
Estou distante
Tenro fruto maduro
A caixa de fósforos
Nunca mais
Toda a vida vivida de somenos
Balanço
Viagem
Cada dia
Inventávamos
Contemplo
Na paisagem cacaueira
Após o vôo.
A noite inteira
Eis que os homens
O laivo de luz
O vento do alto mar
A tarde esmorece
Esta mulher
Abriu-se o muro
Tu, jovem temporã
Lancei-me
Tenro fruto maduro
Toda a manhã
No campo de sonhar
Os teus lábios
O sapato, entre chapéus de palha
Na tarde solitária
A moça vem
No azul de fevereiro
No céu de abril
Prodígio
Água
Entre monstros inocentes
A melancolia dos meus olhos
O tempo é o puro vento
Escuta
Entre o azul turquesa
Em calmo silêncio
Ainda agora
Soneto do sol a pino
Um beijo
O sol fere sem nexo
Certo dia.
Talvez
Amanhecer
Os relógios dos amantes
O homem na praia
Conversa com minha mãe
Agosto
Soneto do adeus
A voz
Colheita
Posse
A chuva
Toquei
Ardência
Ontem
Soneto do silêncio
As emendas e o soneto
Soneto da celebração
Lâmina
A meus olhos
Nua
Palavra e silêncio
Soneto da leve luz
Soneto à l'après midi d'un faune
Projeto
No flanco do tempo
Miragens
Limite
Cacaueiros de abril
Soneto de agosto
Posse
Roleta russa
Questões
Soneto da Adolescência
Soneto da Busca
Pátria minha
Os mortos
O fim da picada
Soneto dos meninos buliçosos
Soneto do vaso sanitário
Revelia
Narciso
O Outro
Cintilações
Por do sol
Recusa
Temporal
A folhagem do fogo
Soneto para Jorge Medauar
Soneto para Sosígenes Costa II
Soneto para Sosígenes Costa I
Depois
Dezembro
Os dias
Para sempre
Marinha
O argonauta
►
julho
(18)
►
junho
(133)
Quem sou eu
Carlos Roberto Santos Araujo
Ver meu perfil completo
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Nua
Nua
Nos brancos
Lençóis
Da noite.
Carregas
Nos olhos
As cargas
Do imponderável.
Úmida
De seiva e cálcio,
Súbita nuvem.
Iluminada
Pelos
Relâmpagos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Postagem mais recente
Postagem mais antiga
Página inicial
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário