As palavras que procuro
Passam altas como nuvens,
Distantes, inacessíveis,
No claro céu do verão.
São nuvens que se dispersam
E se perdem, se diluem,
Desenhando novas formas,
E buscando novos sonhos.
Por isso fico em silêncio
Nesta praia solitária,
Adormecido na areia,
Sentindo a carícia do sol,
Sobre a minha face inútil
Enquanto a noite não vem.
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
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