Tantos anos depois, eu te procuro
Nos corredores deste labirinto
Onde esquecemos a canção dos pássaros
Em troca de tesouros insepultos.
Tanta gente passou por esta ponte,
Precipícios de loucos e suicidas,
Tantas folhas caíram destas árvores,
Testemunhas fiéis da nossa ausência.
Muitos anos depois, inda procuro
A luz do arco-íris nos teus olhos,
E de repente a máquina do tempo
Ressuscita, cerúleo, este relâmpago,
Movimentando os dínamos do sonho
No interstício da pálida memória.
sábado, 18 de agosto de 2007
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