sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Soneto para Jorge Medauar

Saudemos, companheiros, neste abril,
O altíssimo Poeta Medauar,
Aquele que viveu sempre a buscar
Uma rosa nas grimpas da montanha,

Esta rosa vermelha de quem sonha
E nas luzes do sonho sse ofusca,
Mas nunca duvidou da sua busca,
E sempre respondeu ao desafio.

Saudemos, companheiros, o Poeta
Do mar, da terra, do ar, dos elementos,
E também desta coisa mais secreta

Que ao mistério da vida se acrescenta,
Mas sempre se revela, o sentimento
Do amor, o puro amor, quando aos setenta.

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