Carlos Roberto Santos Araujo

Arquivo do blog

  • ▼  2010 (19)
    • ▼  fevereiro (8)
      • CAPA PRETAEra um pássaro do sertão, um sofrê, belo...
      • Andei no teu jardim, entrei na tua grutaQue à form...
      • A chuva toca pianoNos tímpanos da tarde nua,Dedilh...
      • As mãosAs mãos pálidas, marmóreas,Alvas como a név...
      • Quando a noite, nos ombros, aconchegaA túnica de e...
      • SonetoTantas tardes perdidas nos insólitos Corredo...
      • Soneto dos olhosOlhos ocos e vazios, guardadosNo f...
      • Ubi Troia FuitNesta cidade, que nega trégua às nar...
    • ►  janeiro (11)
  • ►  2007 (276)
    • ►  novembro (1)
    • ►  setembro (3)
    • ►  agosto (121)
    • ►  julho (18)
    • ►  junho (133)

Quem sou eu

Carlos Roberto Santos Araujo
Ver meu perfil completo

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Andei no teu jardim, entrei na tua gruta
Que à forma de concha se semelha:
Não é turva, mas rósea e bem vermelha
Pois numa flor de carne se transmuta.

Colhi, no teu canteiro, a rosa enxuta
Que nas gotas de orvalho se espelha,
Senti acesa como uma centelha
Tua presença de luz, absoluta.
Postado por Carlos Roberto Santos Araujo às 03:44

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postagem mais recente Postagem mais antiga Página inicial
Assinar: Postar comentários (Atom)