Andei no teu jardim, entrei na tua gruta
Que à forma de concha se semelha:
Não é turva, mas rósea e bem vermelha
Pois numa flor de carne se transmuta.
Colhi, no teu canteiro, a rosa enxuta
Que nas gotas de orvalho se espelha,
Senti acesa como uma centelha
Tua presença de luz, absoluta.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
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