Não tenho pressa, não, podeis passar
Na urgência de abrir vosso caminho,
Pois prefiro seguir bem devagar
E degustar meu cálice de vinho.
Minha busca de sonho e de carinho
Venha agora, levíssima, no ar,
Como se fora ferido passarinho
No exílio de não saber voar.
segunda-feira, 25 de junho de 2007
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