Ai, vinde, cavalos brancos,
Consumir vossas jornadas
Nos pastos do pensamento.
Eriçai vossas crinas,
Alvos cavalos ao vento,
Para que eu possa montá-los.
Aqui demoro, cavaleiro
Do impossível, num vão
Do tempo, à vossa espera.
Voai, potros selvagens,
Carregai-me aos vossos longes,
Galopando no invisível.
sábado, 16 de junho de 2007
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